1001 Razões para Gostar de Portugal

Blogue (à volta) do Livro

27 de janeiro de 2007

EDUARDO SERRA

Eduardo Serra é um director de fotografia, português, que tem feito carreira internacional. O seu trabalho pode ser visto no filme, agora em exibição, "Diamante de Sangue", em que actua Di Caprio.

Nota: Fui ver o filme, mas não apreciei.

18 de janeiro de 2007

CRISTINA BRANCO

O Le Monde de hoje, 5a feira, 18 de Janeiro refere-se na página 2 a Cristina Branco e lembra a sua actuação, no Bataclan, a 9 de Janeiro. "La voix stricte, tendue, la pure voix du fado s'appele Cristina Branco."

17 de janeiro de 2007

UMA DECISÃO

Proprietário tem 120 dias para cumprir
Ministro ordenou demolição da mansão de João Justino
José António Cerejo
Caso a ordem não seja acatada voluntariamente, o Parque Natural de Sintra-Cascais procederá
à demolição coerciva.

Do Público, 16 de Janeiro 2007

Quem se passeia na zona de Sintra vê algo em que não acredita numa encosta. Uma casa nova, gigantesca, não acabada. Quem lê a imprensa percebe o absurdo da situação e comprende como o poder autárquico tem sido um poço de virtudes e um oceano de defeitos graves. O Estado de Direito é frágil mas contrói-se com actos destes, depois de os tribunais decidirem na última instância, neste caso O Supremo Tribunal Administrativo.

14 de janeiro de 2007

LIsboa vista por uma brasileira

"Bagagem cheia de história e curiosidades"

UMA REFERÊNCIA

O livro 1001 Razões para Gostar de Portugal foi referido neste despacho da Lusa sobre o Ciberdúvidas. Eis o excerto onde está a referência:

"Melhor Página Internacional

Em seu décimo aniversário, o Ciberdúvidas já conta com uma série de prêmios e distinções, entre os quais, recentemente, o de Melhor Página Internacional, atribuído pelo Brasil.

O Ciberdúvidas é o único "consultório da Internet" com atualização diária, no endereço www.ciberduvidas.sapo.pt. O objetivo é responder gratuitamente, em 48 horas, a questões relacionadas com ortografia, sintaxe e fonética da Língua Portuguesa.

As solicitações podem vir de qualquer falante de português ou de públicos mais especializados, como o núcleo de tradutores de português da Comunidade Européia, da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), entre outros.

No Brasil, a página é recomendada nas escolas de ensino secundário através da rede Escolanet e em Portugal, foi referência no livro "1001 razões para gostar de Portugal", do professor universitário José Carlos Abrantes."

12 de janeiro de 2007

A LUSOFONIA

e uma das suas manifestações, o 6º Colóquio Anual da Lusofonia.

10 de janeiro de 2007

FRANCIS OBIKWELU e JOSÉ MOURINHO

O primeiro considerado Atleta Europeu de 2006 e José Mourinho que ficou em segundo no ranking da Federação Internacional de História e Estatística numa classificação sobre os melhores treinadores DO MUNDO ao nível de clubes.

O QUE FAZER PARA PORTUGAL SER MELHOR 8

Exigir mais concursos (limpos), mais transparência, protestar nos atropelos, ser rigoroso e exigente consigo próprio.

9 de janeiro de 2007

O QUE MUDAR PARA PORTUGAL SER MELHOR 7

Situações como estas, feitas com os dinheiros públicos.

"Ex-administrador parado há seis anos sai da CP
Carlos Cipriano

Arménio Matias sai
da CP depois de passar seis anos sem fazer "rigorosamente nada" e a ganhar 3500 euros por mês

Do Público, hoje"

Nota: Ontem ouvi na rádio que a CP contesta aquilo que foi afirmado por Arménio Matias. Não estou em posição de fazer pender a balança para um dos lados. Mantenho o post pois fui tendo, ao longo dos anos, conhecimento de situações análogas, em intituições públicas, independentemente de, neste caso, haver neste momento, versões contraditórias.
esta nota foi escrita em 10-01.

8 de janeiro de 2007

ESTADO DE DIREITO

No Público, hoje

"O caso do director- -geral dos impostos
Manuel Carvalho

Por muito que os resultados de Paulo Macedo sejam sedutores, o Estado de Direito é-o muito mais

Há três anos que o director-geral das Contribuições e Impostos alimenta um caso nas altas instâncias da administração pública e, por arrastamento, no próprio debate político. Porque Paulo Macedo tem um vencimento claramente superior a qualquer outro servidor público, José Sócrates ou Aníbal Cavaco Silva incluídos. Porque o seu salário está a violar uma lei da República aprovada em 2005 que determina sem margem para equívocos que nenhum funcionário do Estado pode auferir vencimentos superiores ao do primeiro-ministro. E ainda porque Paulo Morgado se revelou um gestor de rara eficácia e competência. Há três anos que os três principais vértices da polémica em torno do director-geral se cruzam, dando origem a saudáveis discordâncias públicas, a compreensões e surtos de inveja, ou a manifestações de membros do Governo que, em surdina, ora o elogiam, ora garantem que não poderá conservar ao mesmo tempo o salário que ganha e o cargo que ocupa.
Se em causa estivesse apenas uma simples avaliação de desempenho, seria impossível dizer que Paulo Macedo ganha o que não merece. Se o código remuneratório dos servidores do Estado contemplasse o pagamento de prémios associados a resultados, o director-geral poderia ganhar até muito mais do que realmente recebe. O problema, porém, não se deve radicar exclusivamente num balanço contabilístico entre o que se paga e o que se recebe. O caso suscitado por Paulo Macedo tem de se enquadrar em outros contextos. No respeito pelas leis da República em primeiro lugar, e, em segundo, no princípio de justiça remuneratória que deve regular qualquer organização.
Comecemos pela segunda questão. Ao haver na administração pública directores-gerais que ganham 23 mil euros brutos por mês lado a lado com congéneres que recebem seis ou sete vezes menos está-se a admitir que alguns directores-gerais são mais directores-gerais do que outros. Ora, a avaliação de desempenho não basta para justificar hierarquias dentro da mesma categoria funcional. Se Paulo Macedo pode traduzir em números o resultado do seu trabalho, será que se pode pedir o mesmo ao director-geral dos Assuntos Comunitários ou ao do Ordenamento do Território? E nem o facto de estar a receber o que já auferia no banco onde foi recrutado serve de justificação. Em todos os governos houve pessoas qualificadas que prescindiram de salários elevados para desempenhar cargos públicos. A discriminação de Paulo Macedo é um contributo para que este velho e salutar princípio se dilua. Depois, e mais importante ainda, por muito bom que seja não é confortável para ninguém saber que um alto funcionário do Estado está a receber um vencimento ao arrepio das leis em vigor. E o Governo que fez aprovar a lei que impõe como tecto salarial na função pública o vencimento do primeiro-ministro não pode ser cúmplice na sua violação.
Era bom para o país que Paulo Macedo permanecesse no seu cargo. Mas para que isso aconteça é necessário que se comece pelo princípio: pela alteração das regras existentes e pela criação de prémios de desempenho capazes de motivar as pessoas e incentivar a procura de resultados. Enquanto estas mudanças não forem feitas, temos as regras que temos e é com elas que temos de viver. Por muito que os resultados de Paulo Macedo sejam sedutores, o Estado de Direito é-o muito mais. "

7 de janeiro de 2007

O JARDIM BOTÂNICO DE COIMBRA e PAULO BERNASCINA



"Foi em 1984 que Paulo Bernaschina começou a conhecer de forma muito próxima o Jardim Botânico de Coimbra. Tão próxima que começou a frequentá-lo todos os dias. Tornara-se jardineiro, como ainda é. Tinha 20 anos. Para trás ficavam os primeiros empregos, a servir às mesas ou na construção civil. Pela frente estavam ainda a licenciatura em Filosofia, que terminou em 2000, e a paixão pela fotografia - descobriu a fotografia científica através das árvores e das flores que o rodeavam.





O que há de comum entre a jardinagem e a fotografia, diz, "é a luz." As plantas precisam dela para a fotossíntese, e a fotografia tem na luz a sua matéria-prima, explica. Natural de Coimbra, Paulo Bernaschina aprendeu jardinagem "fazendo", e foi já como jardineiro que se licenciou em Filosofia na Faculdade de Letras de Coimbra. O projecto Transnatural surgiu do seu desejo de aproveitar o potencial de um jardim que conhece mesmo muito bem. I.G.S."


Do Público de hoje, escrito por Isabel Gorjão Santos.




Parece uma história de encantar. O Jardim Botânico de Coimbra merecia um jardineiro, filósofo e fotógrafo assim. Coimbra está a ganhar e a valorizar um dos seus pontos mais interessantes.

O Diário de Notícias já se tinha referido ontem a este assunto.

5 de janeiro de 2007

ANTÓNIO CÂMARA

António Câmara, Prémio Pessoa, em 2006. É professor na Universidade Nova de Lisboa e criador da YDreams , outra razão para gostar de Portugal.

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  • Publicado em Fevereiro de 2005 por TEXTO EDITORES

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