1001 Razões para Gostar de Portugal

Blogue (à volta) do Livro

28 de fevereiro de 2006

LUÍS FIGO

Será que ainda vamos voltar a ver coisas destas?

27 de fevereiro de 2006

BRANCO

"Tudo que deve ser branco, é branco puro", escreveu o francês Jean Giraudoux, sobre Portugal.

25 de fevereiro de 2006

A LIVRARIA BERTRAND

Bertrand

da Rua Garret, em Lisboa, fundada pelo francês Pierre Bertrand e que existe, neste local, desde 1773, poucos anos depois de o terramoto ter destruído as instalações iniciais.

(razão 443, do livro)

24 de fevereiro de 2006

O AZUL DO CÉU

AZUL

AZUL

AZul

Fotos de JCA

COMENTÁRIOS

Leitores atentos deste blogue fizeram-me chegar uma perplexidade: a de não ser possível fazer comentários. Verifiquei e, de facto, tal possibilidade estava bloqueada. Já foi corrigido esse aspecto, pois as 1001 e uma razões para gostar de Portugal são mais fortes se partilhadas. A partir de hoje, 24 de Fevereiro, as razões também serão as suas....

23 de fevereiro de 2006

O TEATRO S. CARLOS

casa da ópera

Teatro S. Carlos

Foto de JCA

22 de fevereiro de 2006

O CAFÉ NICOLA, em Lisboa

Nicola

Foto de JCA

21 de fevereiro de 2006

Amor é fogo que arde sem se ver

escreveu Camões. Será que se pode dizer melhor?


um fogo que arde sem se ver;
Originally uploaded by zone41.
Luiz Vaz de Camões

Uploaded by zone41 on 2 Feb '06, 10.58pm CVT.

O CIRCULO DOS LEITORES

que leva os livros a casas que nunca os teriam de outro modo.

20 de fevereiro de 2006

A YDREAMS

A empresa portuguesa de tecnologias, Ydreams. Trabalha entre outras coisas sobre visão a três dimensões , factura milhões de euros e tem uma história de quatro anos de sucesso.

(razão 939 do livro, saído em 2005).


Hoje a TSF dedica um dia à ciência e terá a Ydreams em antena.

19 de fevereiro de 2006

UMA REDE DE JOVENS

A Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens”

17 de fevereiro de 2006

O MOSTEIRO DE ALCOBAÇA



Foto de Vítor Oliveira

VISEU

Passear nas ruas estreitas de Viseu e ver a Sé.

(razão 187 no livro).

16 de fevereiro de 2006

CASTELO DOS MOUROS,em SINTRA


Castelo dos Mouros, originally uploaded by Portuguese_eyes.

Foto de Vítor Oliveira

13 de fevereiro de 2006

O PÃO ALENTEJANO

12 de fevereiro de 2006

A PASTELARIA GARRET, em Cascais

PASTELARIA Garret

10 de fevereiro de 2006

A REDE DE BIBLIOTECAS ESCOLARES

de que é responsável Teresa Calçada.

(razão 104, do livro)

9 de fevereiro de 2006

O GALETO

um snack-bar dos anos 60, que serve até tarde, em lisboa.

8 de fevereiro de 2006

O PROVEDOR DE JUSTIÇA

recurso dos cidadãos para defesa dos seus direitos e dos abusos da administração pública.

6 de fevereiro de 2006

Maria Helena Rocha Pereira

que traduziu em 2003, com Maria do Céu Fialho e José Ribeiro Ferreira, as Tragédias de Sófocles.

(razão 80, no livro)

Entrevistada hoje no Público por Aníbal Rodrigues: "Recentemente agraciada com os prémios Universidade de Coimbra 2006 e de Ensaio Jacinto Prado Coelho, a professora Maria Helena Rocha Pereira revela o olhar da especialista em Antiguidade Clássica sobre o mundo que a rodeia. Uma visão bastante crítica de uma mulher que "detesta" política, mas que, ao mesmo tempo, se mostra esperançosa. Por Aníbal Rodrigues"

3 de fevereiro de 2006

CONCURSOS PÚBLICOS

em vez de nomeação política para os lugares de conselheiros e adidos de embaixadas. Uma boa medida relatada hoje no DN (sem link) e tomada por Diogo Freitas do Amaral, no Ministério dos Negócios Estrangeiros.

2 de fevereiro de 2006

JORGE LEITÃO RAMOS

Cinema Português
Foto de Nuno Fox, Diário de Notícias

O cinema português, como qualquer outro cinema, não são apenas os filmes. São também os estudos sobre cinema, as salas onde os filmes se vêm, as obras de referência que são publicadas, as críticas, os actores, o público que os vê. Claro que o coração de tudo são mesmo os filmes. Mas uma obra como a que o Jorge Leitão Ramos vai apresentar hoje na Cinemateca, às 19h, é um elo importante para o conhecimento e a acção. O Jorge dedicou os últimos dez anos a compilar dados sobre o cinema portugûes. Algumas vezes o tentei para uma ou outra iniciativa que organizei. Quase sempre ele me deu a resposta do dicionário, salvo num debate Falar de Cinema, no Teatro S. Luís, julgo que em 2005.
São raros os casos de pessoas que dedicam anos da vida a obras que, ainda por cima, não trazem as luzes da ribalta de forma constante.

Um dicionário destes é uma obra imprescindível em qualquer cinematografia, em qualquer país do mundo. O cinema português fica melhor, agora.




O DN dá hoje destaque ao lançamento da obra, logo, na Cinemateca, às 19h num texto de Pedro Mexia e foto de Nuno Fox, acima reproduzida.

"Jorge Leitão Ramos, crítico de cinema do Expresso, publicou em 1989 o Dicionário do Cinema Português 1962-1988 (Caminho), ainda hoje um instrumento de consulta indispensável. Quando concluiu esse trabalho, o autor não tencionava continuar o dicionário nem recuar aos anos anteriores a 1962, data que marca o advento do Cinema Novo.

No entanto, o seu editor, Zeferino Coelho, percebeu a novidade e utilidade do Dicionário e desafiou o crítico a prosseguir a empreitada. Leitão Ramos aceitou, e dedicou mais de uma década a reunir materiais diversos . Dessa investigação nasceu o Dicionário do Cinema Português 1989-2003, estando anunciado para daqui a dois ou três anos o Dicionário do Cinema Português 1896-1961. Tudo indica que os três tomos ficarão como a mais importante obra de conjunto sobre a nossa cinematografia."

do texto de hoje de Pedro Mexia

LIVROS PARA FEVEREIRO Dia 2
Dicionário do cinema Português 1989-2003, da autoria de Jorge Leitão Ramos, publicado na Caminho, será lançado hoje, 2 de Fevereiro, às 19h, na Cinemateca, Rua Barata Salgueiro, em Lisboa.

O LIVRO DO BLOGUE
  • Publicado em Fevereiro de 2005 por TEXTO EDITORES

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